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Loccok, em seu registros em 1809, revelou a existência de águas termais nas margens do rio Cubatão e descreveu sua semelhança as de Harrogate (Estância Termal Inglesa), tendo porém como destaque a sua temperatura mais elevada.
Em 1812, foram levadas para a Corte algumas garrafas de água e em 1813 o Governo Imperial tomou conhecimento de suas indicações terapêuticas.
Para proteger o local de invasões de índios da redondeza o Governo Imperial destacou um contingente policial. Mas, a 30 de outubro de 1814, foram dizimados pelos selvagens.

Somente em 1818 as fontes foram retomadas dos índios por ordem do então Governador João Vieira Tovar de Albuquerque.
Em resposta ao apelo do Governador Catarinense, o Rei João VI, baixou um decreto no dia 18 de março de 1818, determinando a contrução de um Hospital, o que é considerado a primeira Lei de criação de uma Estância Termal no Brasil.
Durante o período de construção, em 1845, nos dias 29 e 30 de outubro, as Caldas receberam honrosa visita do Casal Imperial, D. Pedro II e Dona Teresa Cristina, que ali pernoitaram, conheceram as fontes e a excelente qualidade das águas.

Funcionou na condição de hospital até aproximadamente 1920, sendo posteriormente reformado e transformado em hotel. Iniciou-se também, a partir desta data, o engarrafamento da água e sua distribuição em Florianópolis.

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